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A visita de Max Bill

Zurique
30 Ago – 26 Out 2019

A visita de Max Bill
Fernanda Figueiredo

A visita de Max Bill
Vistas da Exposição
Fernanda Figueiredo

Galeria Kogan Amaro Zurique
Löwenbräukunst, Limmatstrasse 270
8005 Zürich, Switzerland
info@galeriakoganamaro.com

Em sua mais recente série de pinturas, a artista paulista Fernanda Figueiredo explora a visita de Max Bill ao Brasil, em 1953, e a influência decisiva que ele teve na cena artística da época. Em uma homenagem sagaz ao polímata suíço e seus seguidores brasileiros da Arte Concreta, ela usa o bom-humor para desafiar o elitismo e as mistificações do vanguardismo europeu e contribui ao debate sobre pós-colonialismo.

Fernanda Figueiredo usou tinta acrílica para criar pinturas semelhantes a colagens, que combinam referências icônicas das obras de Max Bill e vários artistas do Concretismo. O trabalho explora a forma como a arte brasileira dos anos 1950 se muniu das ideias e do vocabulário visual de Bill, até transformá-los em uma linguagem própria.

Na maioria, os títulos das obras de Figueiredo citam o nome dos artistas em que se inspirou, já que os padrões não são facilmente reconhecíveis. A artista multiplica linguagens visuais, sobrepõe umas às outras ou as coloca lado a lado em composições que, embora abstratas, sempre evocam paisagens ou cenas de interiores domésticos. Algumas da telas mais recentes incluem um elemento que eleva o tom de ironia: plantas tropicais que fazem sucesso tanto na Europa como na América Latina. As pinturas sugerem um mundo íntimo que parece seguir sua própria lógica.

Taioba (2018), a obra principal da mostra, tem quatro metros de comprimento e evoca um museu imaginário composto por obras de Max Bill e do Grupo Ruptura – os artistas cuja exposição no Museu de Arte Moderna de São Paulo em 1952 marcou a chegada ao Brasil dessa arte radicalmente diferente. Taioba faz referência ao trabalho de Geraldo de Barros, Lothar Charoux, Waldermar Cordeiro, Hermelindo Fiaminghi, Judith Lauand, Maurício Nogueira Lima, Luiz Sacilotto e Anatol Wladyslaw. E também é o nome de uma planta tropical tradicional da América Central e do Sul, usada em pratos típicos. Na tela, aparece retratada em tamanho real.

Fernanda Figueiredo nasceu em São Paulo em 1978. Desde 2015, vive e trabalha em Berlim. Apresentou diversas mostras individuais na Europa e no Brasil, e algumas de suas obras estão presentes no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

Vistas da Exposição

Fernanda Figueiredo

Limeira, São Paulo – Brasil, 1978.
Vive e trabalha em Berlim – Alemanha

Fernanda Figueiredo estudou Arquitetura e Urbanismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie e Artes Visuais na Fundação Armando Alvares Penteado em São Paulo. A partir de 2005 trabalhou ativamente em uma dupla colaborativa em São Paulo, sendo o desenho e a pintura os meios que melhor refletem sua produção artística. Em 2015, quando se mudou para Berlim, começou a seguir sua carreira solo. Nesse período, passou a investigar o processo de construção da nacionalidade brasileira no século XX e o papel das artes visuais, escultura, arquitetura, paisagismo e design nesses eventos. Desde 2005, expôs em instituições como o MAM – Rio de Janeiro, MAM – Bahia, Galerie im Körnerpark e Kunstquartier Bethanien em Berlim. Desde então, recebeu diversos prêmios, entre eles o Programa Rede Nacional Funarte de Artes Visuais e Goldrausch Künstlerinnenprojekt Stipendium do Berliner Senat e Europäischen Sozialfonds (FSE). Possui obras em coleções particulares e na coleção do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

A visita de Max Bill
Vistas da Exposição
Fernanda Figueiredo

Galeria Kogan Amaro Zurique
Löwenbräukunst, Limmatstrasse 270
8005 Zürich, Switzerland
info@galeriakoganamaro.com

Em sua mais recente série de pinturas, a artista paulista Fernanda Figueiredo explora a visita de Max Bill ao Brasil, em 1953, e a influência decisiva que ele teve na cena artística da época. Em uma homenagem sagaz ao polímata suíço e seus seguidores brasileiros da Arte Concreta, ela usa o bom-humor para desafiar o elitismo e as mistificações do vanguardismo europeu e contribui ao debate sobre pós-colonialismo.

Fernanda Figueiredo usou tinta acrílica para criar pinturas semelhantes a colagens, que combinam referências icônicas das obras de Max Bill e vários artistas do Concretismo. O trabalho explora a forma como a arte brasileira dos anos 1950 se muniu das ideias e do vocabulário visual de Bill, até transformá-los em uma linguagem própria.

Na maioria, os títulos das obras de Figueiredo citam o nome dos artistas em que se inspirou, já que os padrões não são facilmente reconhecíveis. A artista multiplica linguagens visuais, sobrepõe umas às outras ou as coloca lado a lado em composições que, embora abstratas, sempre evocam paisagens ou cenas de interiores domésticos. Algumas da telas mais recentes incluem um elemento que eleva o tom de ironia: plantas tropicais que fazem sucesso tanto na Europa como na América Latina. As pinturas sugerem um mundo íntimo que parece seguir sua própria lógica.

Taioba (2018), a obra principal da mostra, tem quatro metros de comprimento e evoca um museu imaginário composto por obras de Max Bill e do Grupo Ruptura – os artistas cuja exposição no Museu de Arte Moderna de São Paulo em 1952 marcou a chegada ao Brasil dessa arte radicalmente diferente. Taioba faz referência ao trabalho de Geraldo de Barros, Lothar Charoux, Waldermar Cordeiro, Hermelindo Fiaminghi, Judith Lauand, Maurício Nogueira Lima, Luiz Sacilotto e Anatol Wladyslaw. E também é o nome de uma planta tropical tradicional da América Central e do Sul, usada em pratos típicos. Na tela, aparece retratada em tamanho real.

Fernanda Figueiredo nasceu em São Paulo em 1978. Desde 2015, vive e trabalha em Berlim. Apresentou diversas mostras individuais na Europa e no Brasil, e algumas de suas obras estão presentes no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

Vistas da Exposição

Fernanda Figueiredo

Limeira, São Paulo – Brasil, 1978.
Vive e trabalha em Berlim – Alemanha

Fernanda Figueiredo estudou Arquitetura e Urbanismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie e Artes Visuais na Fundação Armando Alvares Penteado em São Paulo. A partir de 2005 trabalhou ativamente em uma dupla colaborativa em São Paulo, sendo o desenho e a pintura os meios que melhor refletem sua produção artística. Em 2015, quando se mudou para Berlim, começou a seguir sua carreira solo. Nesse período, passou a investigar o processo de construção da nacionalidade brasileira no século XX e o papel das artes visuais, escultura, arquitetura, paisagismo e design nesses eventos. Desde 2005, expôs em instituições como o MAM – Rio de Janeiro, MAM – Bahia, Galerie im Körnerpark e Kunstquartier Bethanien em Berlim. Desde então, recebeu diversos prêmios, entre eles o Programa Rede Nacional Funarte de Artes Visuais e Goldrausch Künstlerinnenprojekt Stipendium do Berliner Senat e Europäischen Sozialfonds (FSE). Possui obras em coleções particulares e na coleção do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

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