SÃO PAULO | ZÜRICH

 
SÃO PAULO | ZÜRICH

Latin American Galleries Now

Latin American Galleries Now
Zwei Arts

Latin American Galleries Now

Exposição Virtual
19 de julho a 9 de agosto


Por meio de uma parceria com a Abact – Associação Brasileira de Arte Contemporânea, a plataforma Artsy lança a primeira edição da “Latin American Galleries Now”, uma feira virtual que reúne as principais galerias da América Latina, que acontece de 19 de julho a 9 de agosto. A Galeria Kogan Amaro tem o prazer de apresentar um conjunto de obras de importantes artistas:

Adriano Machado
Bruno Miguel
Bruno Passos
Daniel Mullen
Fernanda Figueiredo
Gabriel Botta
Jens Hausmann
Luisa Almeida
Mirela Cabral
Mundano
Nunca
Rafaella Braga
Rafael Kamada
Sophie Vallance
Tangerina Bruno

ADRIANO MACHADO
possui mestrado em Artes Visuais pela Universidade Federal da Bahia e desenvolve projetos artísticos em fotografia, vídeo e objetos que buscam discutir questões sobre identidade, território, ficção e memória, investigando processos de políticas de vida. Suas obras apontam para a condição humana entre os espaços de convivência e os territórios afro-inventivos.

Participando de exposições e projetos como: Bienal de Cerveira (Portugal/2020); Valongo Festival da Imagem (Santos/SP, 2019); Nkaringana (Casa do Benin/Salvador, 2019); Photocena: Circulação da Fotografia baiana (Chicago/EUA, 2019); Concerto para pássaros, (Goethe Institut, Salvador, 2019); Contos Fotográficos (Museu de arte da Bahia, Salvador, 2018); Panapaná “Vamos de Mãos dadas” (João Pessoa/PB, 2018); Futuro fora do tempo (Salvador, 2018); Circuitos das Artes/Triangulações (Salvador, Brasília e Fortaleza, 2015) e outras;

Premiado com Bolsa Residência Artística Funarte/2019; Salões de Artes Visuais da Bahia/2013 com prêmio principal; 2014 e 2011 com menção especial; Residências artísticas: Pivô Pesquisa Ciclo III/Beck’s, (São Paulo/SP, 2020); Fluxos Acervos do Atlântico Sul, na Casa do Benin e Mafro/UFBA, Salvador, 2019); VerdeVEZ: Projeto de Residência artística no Campo arte contemporânea (Teresina, 2019); Desenvolve oficinas e cursos sobre artes visuais pensando fotografia, ficção e memória.

BRUNO MIGUEL
desenvolve desde 2004 sua pesquisa em torno da construção e da representação da paisagem na contemporaneidade, atuante em diversas linguagens, o mesmo elege a pintura como tema principal de sua rotina obsessiva de produção. Nos últimos anos as questões acerca da paisagem começaram a dar lugar a uma investigação maior da pintura como linguagem e suas interfaces na vida cotidiana contemporânea. Mas acima de qualquer retórica que Bruno desenvolva para justificar suas opções, a verdadeira força de sua pesquisa está no trabalho. Não na obra em si, mas na labuta do atelier, onde sua curiosidade e inquietação fazem com que sua pintura se mantenha em transformação. Onde suas compulsões buscam erros ansiosos por soluções imprevisíveis, tão generosas que se escondem por trás do deslumbre banal das imagens fáceis. Sua pesquisa é um tipo de pós-pop periférico, sempre relacionando alta e baixa cultura. Uma maquiagem vulgar e exuberante que superficialmente disfarça sua condição de eterna busca pela beleza. Não da pintura, mas do pintar.

BRUNO PASSOS
estilista de formação (UEL), Bruno teve seu trabalho reconhecido como um dos participantes da identidade visual do SPFW (2009), exposto posteriormente na Bienal de Veneza, também foi selecionado para a Bienal do Design Brasileiro (2013) e, como estilista, fez aparições na Folha de São Paulo, Vogue e Valor Econômico.
Bruno teve seu primeiro contato com a pintura tardiamente, aos 27 anos, após uma epifania, foi quando se retirou da Moda e começou a se dedicar integralmente a pintura onde, de modo precoce, colecionou premiações e seleções nos mais tradicionais salões de pintura clássica nacional: SBA de Piracicaba, SAV de Vinhedo, SBA de Limeira, entre outros.

Na sequência, foi o primeiro brasileiro aceito para ser aprendiz do pintor sueco Odd Nerdrum (MET-NY, National Gallery-Oslo, Museu de Gotemburgo), sua residência artística (Noruega 2016) foi bem sucedida e, em 2017, recebeu novo convite para retornar e ser o assistente de
Nerdrum em sua maior obra física, “Opening of the Prisons”.
A vivência escandinávia lhe abriu novos rumos, dos quais se destacam o convite para uma Exposição Individual na Secretaria de Cultura de São Paulo (2018) e a atual residência artística de um ano no museu FAMA, em Itu.

Bruno realiza expedições sazonais aos rincões do Brasil, de onde extrai insumo para seus quadros de Brasilidades latentes e não óbvias. Seu foco é subverter a técnica acadêmica para que ela se torne uma fonte de estímulo sensorial ao espectador, estimulando emoções ao examinar o que é ser brasileiro e quais são as características que constituem esta dentificação. Suas obras fazem parte de coleções na França, EUA, China e Brasil e, no ano passado, foi considerado pela revista Norueguesa Sivilisasjonen um dos três maiores pintores clássicos atuais.

DANIEL MULLEN
pintor abstrato nasceu em Glasgow, na Escócia, em 1985. Formou-se em 2011 na Gerrit Rietveld Academy, em Amsterdam, cidade onde reside atualmente. Mullen já teve seus trabalhos expostos em Londres, Vancouver, Nova York e, recentemente, realizou sua primeira exposição no Direktorenhaus Museum, em Berlim. O ponto de partida de Mullen é a paixão pela arquitetura e construção de espaços, o que mais o fascina é criar ambientes e, na sequência, esvaziá-los. Produz perspectivas e jogos de ilusão de ótica que ocorrem entre a combinação da pigmentação e da geometria.

FERNANDA FIGUEIREDO
estudou Arquitetura e Urbanismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie e Artes Visuais na Fundação Armando Alvares Penteado em São Paulo. A partir de 2005 trabalhou ativamente em uma dupla colaborativa em São Paulo, sendo o desenho e a pintura os meios que melhor refletem sua produção artística. Em 2015, quando se mudou para Berlim, começou a seguir sua carreira solo. Nesse período, passou a investigar o processo de construção da nacionalidade brasileira no século XX e o papel das artes visuais, escultura, arquitetura, paisagismo e design nesses eventos. Desde 2005, expôs em instituições como o MAM – Rio de Janeiro, MAM – Bahia, Galerie im Körnerpark e Kunstquartier Bethanien em Berlim. Desde então, recebeu diversos prêmios, entre eles o Programa Rede Nacional Funarte de Artes Visuais e Goldrausch Künstlerinnenprojekt Stipendium do Berliner Senat e Europäischen Sozialfonds (FSE). Possui obras em coleções particulares e na coleção do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

GABRIEL BOTTA
tem como foco de seu trabalho a investigação da imagem através da pintura. Ora a partir da tradução de imagem em gesto, ora na pintura como paisagem do próprio narrador, que atua como sujeito e como objeto de seus estudos pictóricos. Os trabalhos acontecem a partir da experimentação de diferentes materiais e suportes, que com suas características distintas proporcionam diferentes tempos e gestos. Manifestações das transitoriedades do artista e do tempo em que vivemos. Nestes processos o fio narrativo vai se construindo.

Estudou Design de Produto e Artes Plásticas e na Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (2006-2012), Filosofia, Pedagogia e estética no Conglomerado Atelier do Centro – C.A.C (2012-2019) e também estudou Pintura e vídeo arte na Escola de Artes Visuais do Parque Laje – EAV (2011). Dentre as exposições, participou da 5ª Edição do Prêmio EDP nas Artes, do Instituto Tomie Ohtake (2016), e ganhou o Prêmio Aquisição no 42° Salão de Arte de Ribeirão Preto – SARP, no Museu de Arte de Ribeirão Preto, mesma instituição onde, no ano seguinte, realizou sua primeira exposição individual, intitulada “9”.

JENS HAUSMANN
possui obras de caráter retrospectivo, com foco no modernismo clássico europeu, especialmente relacionado à arquitetura moderna: Bauhaus, International Style e Brutalismo. Estudou escultura na Academia de Belas Artes de Dresden (Hochschule für Bildende Künste Dresden) e teve aulas com o professor Ralf Kerbach na mesma escola. Entre 1987 e 1990 trabalhou como assistente no estúdio de um escultor berlinense, e, logo após, com desenho gráfico e ilustração. O artista é curador livre e realiza pelo menos duas mostras coletivas por ano, abrangendo diversos suportes: pintura, escultura e fotografia.

LUISA ALMEIDA
a jovem artista visual se especializou em xilogravuras de grandes formatos e usa do contraste presente na técnica para se relacionar com sua temática-chave: retratos de mulheres e meninas empunhando armas de fogo no cotidiano. O que propõe é uma investigação sobre tal simbolismo na sociedade.

Também cenógrafa de óperas e peças teatrais, Luisa Almeida mescla recursos cênicos na concepção de sua obra, dando à luz instalações xilográficas. Parte de sua pesquisa se aprofunda em processos alternativos para a impressão de gravuras gigantes, como veículos, empilhadeiras e rolos compressores. Atualmente, é mestranda em Artes Visuais na Universidade Estadual Paulista (UNESP), onde se formou em 2017.

MIRELA CABRAL
nasceu na cidade de Salvador – Bahia em 1992. Formou-se como bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Cinema pela FAAP e paralelamente frequentou cursos artísticos em escolas como Parsons Paris, NYFA e UCLA. No Brasil, teve aulas com Agnaldo Farias, Manoel Veiga, Leda Catunda e Charles Watson. Hoje, dedica-se ao desenho, pintura e bordado como suas principais mídias de investigação, interessada em pesquisar como se interagem e se complementam entre si.

MUNDANO
é um ​artivista, nascido na cidade de São Paulo e reconhecido internacionalmente por seu graffiti “paporreto”, seja no espaço público, ou em mais de 320 carroças dos catadores de materiais recicláveis. O grafiteiro e ativista procura questionar conceitos e comportamentos dos cidadãos e das autoridades através de intervenções que carregam em sua maioria frases de impacto inspiradas no contexto local. A preservação do meio ambiente e os direitos humanos universais são a base de seu ativismo que transcende as tintas.

Mundano é ​Ashoka e ​TED Fellow, fundador da ONG ​Pimp My Carroça e premiado na área de arte pública, direitos humanos, criatividade e inovação digital. O incansável artivista já definiu sua missão de vida: criar um legado ambiental e social com sua arte. Para cumprir esse desafio, nos últimos 10 anos fez intervenções, exposições e palestras por mais de 40 cidades do Brasil e do mundo.

NUNCA
Francisco Rodrigues, mais conhecido como Nunca, está entre os mais famosos artistas de rua brasileira: seu trabalho, que pode ser encontrado em várias cidades ao redor do mundo, ganhou reputação quando o Tate Modern fez uma grande exposição de arte de rua mundial em 2008, cobrindo as paredes externas do museu com obras de cerca de 15 metros de altura.

Nunca começou a fazer grafite e pichação nas ruas de São Paulo aos 12 anos de idade e ao longo das décadas, seu trabalho evoluiu para uma forma mais pictórica. Embora feita com tinta acrílica ou spray, muitas vezes tem a aparência de xilogravuras ou gravuras, usando cores e estilos para evocar as antigas tradições do povo brasileiro e o choque entre as raízes tribais e a sociedade globalizada.

RAFAELLA BRAGA
nasceu em Goiânia, Brasil, 1998. Começou a traçar seu próprio caminho nas artes através do graffiti e depois se descobriu na pintura, explorando-a livremente e sem qualquer pré-concepção. Ela tem desenvolvido e materializado suas ideias principalmente em telas de grande porte, que podem ocupar paredes inteiras, revelando um método de trabalho fisicamente intenso.

Usando a tela como diário, sua prática tem o corpo como matéria-prima, investigando o próprio delineado por suas vulnerabilidades e segredos, e gira em torno da interação entre realidade e fantasia, identidade e tempo, oferecendo uma alternativa onírica à realidade.

A artista vem desenvolvendo projetos próprios, em colaboração com iniciativas internacionais como exposições coletivas. Rafaella Braga atualmente vive e trabalha em Berlim.

RAFAEL KAMADA
graduado em Design Gráfico com ênfase em tipografia na Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo (2015). Como designer gráfico, trabalhou na FAMA Museu (Fábrica de Arte Marcos Amaro), em Itu, e desde 2019 atua na Galeria Kogan Amaro. Seu contato com a pintura se inicia em 2013, através de incursões com graffiti na cidade de São Paulo. Em seguida, passa a se orientar à luz das influências dadas pelas relações entre a pintura gestual e a caligrafia oriental, ou mais precisamente pelo histórico do movimento abstrato expressionista protagonizado pela New York School no imediato pós-guerra. No escopo de seu trabalho, destaca-se a convergência de culturas entre Oriente e Ocidente pelo “caminho da escrita” (tradução para Shodô em japonês), com foco no contraste e na justaposição de gestos expressivos e caligráficos, no sentido de subverter e recodificar os caracteres do alfabeto e, com isso, propor novas linguagens estéticas de comunicação.

Em 2020, inicia o curso Pintura: Prática e Reflexão, orientado por Paulo Pasta no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, e o curso online In the Studio: Postwar Abstract Painting, coordenado por Corey D’Augustine (MoMA, Nova York). Em 2019, conclui o curso Histórias da Arte: Arte Moderna e Contemporânea, ministrado por Daniel Jablonski no MASP (Museu de Arte de São Paulo). No mesmo ano, participa da 21ª Mostra do MAC – PR (Museu de Arte de Cascavel, Paraná). Em 2018, ministra Oficinas de Arte Urbana no Instituto Europeu de Design, em São Paulo. Produz uma série de murais na cidade e no sul da Bahia com o artista Felipe Mei (Philaico) e passa a frequentar o atelier do pintor Arnaldo de Melo, com quem realiza trabalhos em parceria. Em 2021, passa a ser representado pela Galeria Kogan Amaro, em São Paulo.

SOPHIE VALLANCE
A prática de Sophie Vallance como pintora é um exame intenso de como se mover pela vida, uma conversa consigo mesma. Encontros de seu cotidiano são reinventados em suas grandes telas quadradas, meio realidade, meio fantasia. Suas imagens se baseiam fortemente no uso de animais, auto-retratos, comida e cenas baseadas em eventos reais, com os temas dentro de sua prática variando de humor a tristeza. Ela atualmente mora em Glasgow, mas morou em Berlim e Londres, permitindo que sua prática evoluísse naturalmente com o tempo, não ligada a um lugar geográfico específico, mas sim ligada a experiências de vida onde quer que ocorram. Sua própria voz existe entre práticas feministas, fazer arte catártica, processos de confissão, folclore e narração de histórias e, em última análise, seu trabalho é uma expressão de auto-reflexão à medida que ela cresce e muda como pessoa.

TANGERINA BRUNO
é um duo formado pelos irmãos gêmeos Letícia e Cirillo, de Porto Ferreira, interior do estado de São Paulo. A produção exige as quatro mãos e as duas mentes dos artistas, que se transformam em um terceiro elemento, que produz, pinta e reconta as experiências vividas pela dupla. A produção se inicia em 2013, através da pintura. A partir de 2018, começam a desenvolver também trabalhos em outras linguagens, como a fotografia, desenho, escultura e objeto.

Dentre as participações em exposições, destacam-se as individuais “Estados Cotidianos”, na Galeria Kogan Amaro e “Piruá” no Centro de Arte Contemporânea W e coletivas em instituições como o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e o Museu de Arte de Ribeirão Preto, no espaço Auroras em São Paulo, a Mostra de Artes da Juventude (Sesc) e salões como o Novíssimos (Galeria IBEU). Possuem obras no acervo do FAMA Museu e MAM Rio – Coleção Gilberto Chateaubriand.

A formação dos irmãos se deu através de cursos livres, como aulas de pintura com o artista Manoel Veiga e grupos de acompanhamento e interlocução como o Artistas na FAMA com orientação de Katia Salvany; o Ciclo Jundiaí no Sesc, com orientação de Ana Paula Cohen, Thiago Honório e Andrey Zignnatto; o Grupo de Estudo e Produção de Arte Contemporânea no Instituto Tomie Ohtake com orientação de Paulo Miyada e Pedro França e acompanhamento com o crítico Mario Gioia em Ribeirão Preto.

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