SÃO PAULO | ZÜRICH

 
SÃO PAULO | ZÜRICH

SP-ARTE 2021

SP-ARTE 2021
Rafael Kamada

SP-ARTE 2021

Stand C13 | 20-24 outubro
ARCA | Av. Manuel Bandeira, 360
Vila Leopoldina, São Paulo – SP


Temos o prazer de anunciar a nossa participação
na SP-ARTE 2021, apresentando trabalhos de:

Bruno Miguel
Bruno Passos
Carlos Mélo
Daniel Mullen
Felipe Góes
Fernanda Figueiredo
Josafá Neves
José Rufino
Mirela Cabral
Patricia Carparelli
Shizue Sakamoto
Tangerina Bruno

BRUNO MIGUEL

Bruno desenvolve desde 2004 sua pesquisa em torno da construção e da representação da paisagem na contemporaneidade, atuante em diversas linguagens, o mesmo elege a pintura como tema principal de sua rotina obsessiva de produção. Nos últimos anos as questões acerca da paisagem começaram a dar lugar a uma investigação maior da pintura como linguagem e suas interfaces na vida cotidiana contemporânea. Mas acima de qualquer retórica que Bruno desenvolva para justificar suas opções, a verdadeira força de sua pesquisa está no trabalho. Não na obra em si, mas na labuta do atelier, onde sua curiosidade e inquietação fazem com que sua pintura se mantenha em transformação. Onde suas compulsões buscam erros ansiosos por soluções imprevisíveis, tão generosas que se escondem por trás do deslumbre banal das imagens fáceis. Sua pesquisa é um tipo de pós-pop periférico, sempre relacionando alta e baixa cultura. Uma maquiagem vulgar e exuberante que superficialmente disfarça sua condição de eterna busca pela beleza. Não da pintura, mas do pintar.

[Saiba mais sobre o artista]

BRUNO PASSOS

Estilista de formação (UEL), Bruno teve seu trabalho reconhecido como um dos participantes da identidade visual do SPFW (2009), exposto posteriormente na Bienal de Veneza, também foi selecionado para a Bienal do Design Brasileiro (2013) e, como estilista, fez aparições na Folha de São Paulo, Vogue e Valor Econômico. Bruno teve seu primeiro contato com a pintura tardiamente, aos 27 anos, após uma epifania, foi quando se retirou da Moda e começou a se dedicar integralmente a pintura onde, de modo precoce, colecionou premiações e seleções nos mais tradicionais salões de pintura clássica nacional: SBA de Piracicaba, SAV de Vinhedo, SBA de Limeira, entre outros.

Na sequência, foi o primeiro brasileiro aceito para ser aprendiz do pintor sueco Odd Nerdrum (MET-NY, National Gallery-Oslo, Museu de Gotemburgo), sua residência artística (Noruega 2016) foi bem sucedida e, em 2017, recebeu novo convite para retornar e ser o assistente de Nerdrum em sua maior obra física, “Opening of the Prisons”. A vivência escandinávia lhe abriu novos rumos, dos quais se destacam o convite para uma Exposição Individual na Secretaria de Cultura de São Paulo (2018) e a atual residência artística de um ano no museu FAMA, em Itu.

Bruno realiza expedições sazonais aos rincões do Brasil, de onde extrai insumo para seus quadros de Brasilidades latentes e não óbvias. Seu foco é subverter a técnica acadêmica para que ela se torne uma fonte de estímulo sensorial ao espectador, estimulando emoções ao examinar o que é ser brasileiro e quais são as características que constituem esta dentificação. Suas obras fazem parte de coleções na França, EUA, China e Brasil e, no ano passado, foi considerado pela revista Norueguesa Sivilisasjonen um dos três maiores pintores clássicos atuais.

[Saiba mais sobre o artista]

CARLOS MÉLO

É um artista plástico brasileiro, nascido na província de Pernambuco, uma região formada por uma cultura complexa vista por várias nações africanas, algumas tribos indígenas e européias de origem Moura. Seus trabalhos passam por vídeo, fotografia, desenhos, instalação, escultura e performance. Através de anagramas e ações de performance, o artista aborda imagens e palavras praticando o contorcionismo semântico. Busca convergir o corpo em situações de interação com o ambiente e imagens conceituais que sugerem que seja definido de forma relacional, operando simultaneamente um resgate de aspectos da formação cultural brasileira. Para Suely Rolnik, “a obra de Carlos demarca um território, ou melhor, o estabelece. Como nos animais, isso é feito por meio de dispositivos sempre ritualizados, que são, sobretudo, ritmos.

No entanto, diferentemente dos animais Aqui, o ritual e seu ritmo mudam constantemente; são inventados a cada vez, dependendo do ambiente em que são feitos e do campo problemático que procuram enfrentar, para isso o artista se instala na imanência do mundo, aos pés do real vivo, apenas apreensível pelo carinho. “ Idealizou e realizou a 1ª Bienal do Barro do Brasil, Caruaru (2014/2019). Participou de exposições coletivas como a 3ª Bienal da Bahia, Salvador (2014); No Krannert Art Museum, Universidade de Illinois, Champaign, EUA. (2013); No Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, Recife (2010 e 1999); No Itaú Cultural, São Paulo (2008, 2005, 2002 e 1999); Entre outras. Exposições individuais foram realizadas na Galeria 3 + 1, Lisboa, Portugal (2010); No Paço das Artes, São Paulo (2004); E na Fundação Joaquim Nabuco (Recife, Brasil, 2000). Foi vencedor do Prêmio CNI SESI Marcantonio Vilaça de Artes Plásticas (2006). Vive e trabalha em Recife.

[Saiba mais sobre o artista]

DANIEL MULLEN

O pintor abstrato Daniel Mullen nasceu em Glasgow, na Escócia, em 1985. Formou-se em 2011 na Gerrit Rietveld Academy, em Amsterdam, cidade onde reside atualmente. Mullen já teve seus trabalhos expostos em Londres, Vancouver, Nova York e, recentemente, realizou sua primeira exposição no Direktorenhaus Museum, em Berlim. O ponto de partida de Mullen é a paixão pela arquitetura e construção de espaços, o que mais o fascina é criar ambientes e, na sequência, esvaziá-los. Produz perspectivas e jogos de ilusão de ótica que ocorrem entre a combinação da pigmentação e da geometria.

[Saiba mais sobre o artista]

FELIPE GÓES

Felipe Góes trabalha com pintura buscando discutir a produção e percepção de imagens na contemporaneidade.​

Realizou exposições individuais na Galeria Kogan Amaro (São Paulo, 2019), Galeria Murilo Castro (Belo Horizonte, 2018), Instituto Moreira Salles (Poços de Caldas, 2017), Galeria Virgílio (São Paulo, 2016 e 2018), Central Galeria de Arte (São Paulo, 2014), Phoenix Institute of Contemporary Art (Arizona, EUA, 2014), Museu de Arte de Goiânia (Goiânia, 2012) e Usina do Gasômetro (Porto Alegre, 2012).

Participou das exposições coletivas “Mapping Spaces” (Kentler International Drawing Space, New York, EUA, 2016), “2ª Bienal Internacional de Asunción” (Assunção, Paraguai, 2017), “Coletivo Terça ou Quarta + Acervo Municipal” (Araraquara, 2014 – patrocínio: PROAC-ICMS), “Arte Praia 2013” (Natal, 2013 – patrocínio: Funarte) e “20 e poucos anos – portfólio” (Galeria Baró, São Paulo, 2011). Participou de residências artísticas no Phoenix Institute of Contemporary Art (Arizona, EUA, 2014) e Instituto Sacatar (Itaparica, BA, 2012).

[Saiba mais sobre o artista]

FERNANDA FIGUEIREDO

Fernanda Figueiredo estudou Arquitetura e Urbanismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie e Artes Visuais na Fundação Armando Alvares Penteado em São Paulo. A partir de 2005 trabalhou ativamente em uma dupla colaborativa em São Paulo, sendo o desenho e a pintura os meios que melhor refletem sua produção artística. Em 2015, quando se mudou para Berlim, começou a seguir sua carreira solo. Nesse período, passou a investigar o processo de construção da nacionalidade brasileira no século XX e o papel das artes visuais, escultura, arquitetura, paisagismo e design nesses eventos. Desde 2005, expôs em instituições como o MAM – Rio de Janeiro, MAM – Bahia, Galerie im Körnerpark e Kunstquartier Bethanien em Berlim. Desde então, recebeu diversos prêmios, entre eles o Programa Rede Nacional Funarte de Artes Visuais e Goldrausch Künstlerinnenprojekt Stipendium do Berliner Senat e Europäischen Sozialfonds (FSE). Possui obras em coleções particulares e na coleção do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

[Saiba mais sobre a artista]

JOSAFÁ NEVES

Artista plástico, afrobrasileiro, nascido em Brasília em 1971, autodidata. Há 24 anos de dedicação integral ao ofício das artes, participou de exposições coletivas e individuais com óleo sobre tela, desenho, escultura, cerâmica e instalações, em cidades como Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Paris, Massachusetts, Havana e Caracas. A prática da pintura para o artista é de um valor incontestável e efetivo. Um dos encantos dos trabalhos de Josafá está justamente na proposta consciente de criar as pinturas a partir de uma pele negra: as telas são sempre pintadas de preto antes da aplicação de outras cores. A atmosfera e riqueza gerada é única.

[Saiba mais sobre o artista]

JOSÉ RUFINO

José Rufino nasceu em 1965 em João Pessoa, Paraíba, Brasil, onde vive e trabalha. Iniciou seu percurso artístico nos anos 1980, interessado pelas produções mais experimentais, derivadas de movimentos como Dada, Fluxus, Situacionismo, Poesia Concreta, Poema/Processo e Gutai, quando experimentou campos híbridos entre poesia, poesia-visual e arte-postal, até chegar nas pinturas, monotipias, esculturas e instalações.

Rufino tem feito incursões pelo cinema, vídeo, curadoria e literatura, sendo esta última sempre presente, ou convocada, tendo em vista a profunda relação de sua obra com a palavra escrita. Ao longo de 37 anos de trajetória, realizou e participou de mais de 300 exposições, incluindo as bienais de São Paulo, Mercosul, Venezuela, Havana, Curitiba e Cerveira. Teve grandes individuais em espaços como Museu de Arte Contemporânea de Niterói, Museu Oscar Niemeyer (Curitiba), Centro Cultural Banco do Brasil (Rio de Janeiro), Casa França Brasil (Rio de Janeiro), Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Recife), Museu Andy Warhol (Pittsburgh,USA) e Palácio das Artes (Porto).

[Saiba mais sobre o artista]

MIRELA CABRAL

Mirela Cabral é artista, nasceu na cidade de Salvador – Bahia em 1992. Vive e trabalha na cidade de São Paulo (SP), onde se formou bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Cinema pela Fundação Alvares Penteado/FAAP. Investiga representações figurativas e abstratas a partir de imagens cotidianas e de sua memória, e de desenhos de observação feitos em seus diários. Mirela interage, manipula e questiona linhas, formas e texturas entre a pintura, o desenho e o bordado como suas principais mídias.

[Saiba mais sobre a artista]

PATRICIA CARPARELLI

Patrícia Carparelli nasceu em 1980 e reside em São Paulo. É formada em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo e faz pós-graduação em Arteterapia no Instituto Sedes Sapientiae, fazendo uso da técnica em suas obras. Duas de suas obras foram expostas no XXXII Salão de Artes Plásticas de Arceburgo e ganharam pequena medalha de prata e pequena medalha de bronze. Entre suas exposições, estão PONTES Arte/Formatto – São Paulo (2017) e 50 Artistas – 2ª edição Arte/Formatto – São Paulo (2016).

[Saiba mais sobre a artista]

SHIZUE SAKAMOTO

Trabalha com pintura e realiza uma pesquisa delicada de cores. Investiga a transitoriedade na relação entre as cores, e entre a pintura e o observador que se revelam diante de um olhar distante da celeridade. Participou do curso “Pintura: Prática e Reflexão” com Paulo Pasta, “Processo Criativo” com Charles Watson no Instituto Tomie Ohtake e “História da Arte” com Rodrigo Naves.

Realizou exposições individuais na Galeria Kogan Amaro (SP, 2020), Galeria Tato (SP, 2017) e Galeria Deco (SP, 2011). Participou das exposições coletivas, Novas Representações (Galeria Kogan Amaro, 2019), Coletiva (Auroras, SP, 2018); PMG (Galeria Tato, SP, 2017); 3° Salão de Arte Contemporânea de Ponta Grossa (Paraná, 2016); 46° Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba (Piracicaba, 2014), “Marcas do Tempo”(Galeria Deco, SP, 2012), “Vestígio Para o Futuro, Vestígios de 30 Anos” (Galeria Deco, SP, 2012), Grande Exposição de Artes Bunkyo (SP, 2010).

[Saiba mais sobre a artista]

TANGERINA BRUNO

Tangerina Bruno é um duo formado pelos irmãos gêmeos Letícia e Cirillo, de Porto Ferreira, interior do estado de São Paulo. A produção exige as quatro mãos e as duas mentes dos artistas, que se transformam em um terceiro elemento, que produz, pinta e reconta as experiências vividas pela dupla. A produção se inicia em 2013, através da pintura. A partir de 2018, começam a desenvolver também trabalhos em outras linguagens, como a fotografia, desenho, escultura e objeto.

Dentre as participações em exposições, destacam-se as individuais “Estados Cotidianos”, na Galeria Kogan Amaro e “Piruá” no Centro de Arte Contemporânea W e coletivas em instituições como o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e o Museu de Arte de Ribeirão Preto, no espaço Auroras em São Paulo, a Mostra de Artes da Juventude (Sesc) e salões como o Novíssimos (Galeria IBEU). Possuem obras no acervo do FAMA Museu e MAM Rio – Coleção Gilberto Chateaubriand.

A formação dos irmãos se deu através de cursos livres, como aulas de pintura com o artista Manoel Veiga e grupos de acompanhamento e interlocução como o Artistas na FAMA com orientação de Katia Salvany; o Ciclo Jundiaí no Sesc, com orientação de Ana Paula Cohen, Thiago Honório e Andrey Zignnatto; o Grupo de Estudo e Produção de Arte Contemporânea no Instituto Tomie Ohtake com orientação de Paulo Miyada e Pedro França e acompanhamento com o crítico Mario Gioia em Ribeirão Preto.

[Saiba mais sobre os artistas]

LIVRO DE VISITANTE

DEIXAR UMA MENSAGEM AO ARTISTA

O seu e-mail não será publicado.

*

15 + dezoito =