SÃO PAULO | ZÜRICH

 
SÃO PAULO | ZÜRICH

Fotografia de arte – movimento e arquitetura | 2016

Fotografia de arte – movimento e arquitetura | 2016
Zwei Arts

Fortuna Crítica
Fabiano Rodrigues

Dentro e fora, de Pedro Cupertino | 2016

Dentro e fora, de Pedro Cupertino | 2016

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Fotografia de arte – movimento e arquitetura | 2016

Fotografia de arte – movimento e arquitetura | 2016

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SP-Arte, texto por Dedé Ribeiro | 2015

SP-Arte, texto por Dedé Ribeiro | 2015

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Fabiano Rodrigues, por Leandro Menezes | 2013

Fabiano Rodrigues, por Leandro Menezes | 2013

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Skatista profissional, Fabiano Rodrigues usa o esporte como ponto de partida para sua fotografia de arte cheia de movimento e arquitetura

Entrevista para a plataforma de moda FFW

Fabiano Rodrigues completa, este ano, uma década de fotografia. Skatista profissional, o esporte entrou na vida dele muito antes, há 30 anos. E foi observando os fotógrafos que registravam suas manobras que ele passou a se interessar pela técnica, praticada com foco na relação do movimento do skate com as dimensões da arquitetura das construções que coloca em seus auto-retratos premiados e expostos em espaços importantes, como a Pinacoteca de São Paulo, o MAR – Museu de Arte do Rio, a SP Arte – Foto e a Bienal MASP Pirelli de Fotografia.

1 – O que te chamou atenção na fotografia primeiro?
R – Fui muito influenciado pelos fotógrafos que me fotografavam quando andava de skate profissionalmente, mas fora isso eu já me interessava por livros de fotografia e revistas de skate e de moda internacional.

2 – De que maneira você enxerga essa relação entre fotografia, skate e arquitetura no seu trabalho?
R – O skate e a arquitetura foram pontos de partida no meu trabalho, separadamente até. Fotografava muita arquitetura quando estava aprendendo a fotografar, e fotografava skate também. Minha fotografia começou a se destacar porque eu priorizava mais a arquitetura do que o skate, fazendo uma relação mais de movimento e do gestual do skatista em algum monumento do que a “manobra complicada” em si.

Nunca tive essa coisa do “skate arte” ou “arte urbana”, o skate se tornou apenas uma plataforma na minha arte em determinado momento. Faço colagem também, e no momento estou em uma outra pesquisa de fotografia e autorretrato que não tem nada a ver com skate. O skate é minha vida e minha escola, mas já faz quase dois anos que minhas pesquisas estão indo para outro caminho.

3 – Para onde você tem direcionado essas pesquisas, o que tem experimentado?
R – Estou desenvolvendo uma série que se chama “Autocollage”, é um experimento de fotografia, no qual eu tento me “transformar em uma colagem”. Uso o recorte que encontro nos desenhos arquitetônicos e vou desorientando a perspectiva, com movimentos estranhos, e nunca mostrando o rosto. Estes movimentos vêm das referências de revistas dos anos 1950, 1960 e 1970, de executivos usando terno. É uma pesquisa dadaísta, misturando a relação do meu corpo com arquitetura, e o resultado é muito semelhante a uma colagem, mas é só uma fotografia, sem nenhuma manipulação manual ou digital. O que continua nesta pesquisa é que é auto-retrato, usando um controle remoto wireless para disparar a câmera no momento que acredito que seja o ideal. 

4 – Quais são suas próximas exposições?
R – Tenho um projeto que finalizei no fim do ano passado e só agora será exposto em São Paulo. É ainda um projeto relacionado com skate, que contém uma performance, um vídeo arte e obras de parede. A performance do projeto foi um dos projetos selecionados no edital da Mostra Verbo Performance que aconteceu na última terça (26.07), na Galeria Vermelho. A exposição com o vídeo e as obras de parede foi inaugurada esta semana na galeria Andrea Rehder. Depois tem SP Arte Foto em agosto, e uma exposição de um prêmio de fotografia que fui premiado, mas ainda não posso divulgar.