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NFT | Semana de Arte Mundana

NFT
Semana de Arte Mundana

Saiba mais

Ficha técnica
Semana de Arte Mundana, 2022
midia digital animação em vídeo
duração: 06:16 (seis segundos e dezesseis frames)
06’16” mp4
tamanho: 480 x 736 pixels
codec: h264
formato: mp4
fps: 30
formato de audio: AAC
2 canais
taxa de amostra: 44100hz
tamanho em megas: 1,3 MB

No ar o primeiro NFT do artvista Mundano!

Felizes em anunciar que a Tropix é a mais nova parceira da Galeria Kogan Amaro. O primeiro lançamento em NFT conta com uma animação em stop motion de Mundano, fragmento da exposição Semana de Arte Mundana que encerra no dia 26 de março.

Mundano se apropria da estética do icônico cartaz da Semana de Arte Moderna, de Di Cavalcanti, e o ressignifica. Ele propõe um questionamento sobre o momento atual da arte e do mundo em que vivemos: troca o enunciado para Semana de Arte Mundana e insere a imagem do brotinho que cresceu e acabou cortado como muitas árvores, dando a ideia de ruptura, reforçando a ideia de arte engajada, tão necessária aos dias de hoje.

Utilizando a arte para marcar seu posicionamento social, ambiental e político, o paulistano Mundano há mais de 15 anos exerce efetivamente o artivismo como ferramenta de transformação social.

A obra “Semana de Arte Mundana” está em leilão na plataforma da Tropix até o ultimo dia da exposição, dia 26 de março. Aproveite essa oportunidade e clique aqui para dar o seu lance na obra.

Depoimento Mundano

“Essa é a releitura animada do cartaz oficial da Semana de Arte Moderna, criado originalmente por Di Cavalcanti a 100 anos atrás.

Além de ser o conceito central da exposição “Semana de Arte Mundana“ a obra é também minha primeira animação digital e a partir de agora foi certificada e lançada como um NFT .

Já observei e refleti um bocado sobre os impactos positivos e negativos do NFT e por isso até então não tinha feito sentido a criação de um. Mas decidi experimentar nessa oportunidade histórica da Semana de 22 propondo uma ruptura simbólica nessa semente do modernismo. Esse broto já enraizou, cresceu, virou uma árvore centenária, deu frutos maduros e muitas outras sementes com seus erros e acertos.

Assim como em nossas florestas, árvores imensas são cortadas ilegalmente todos os dias. No Brasil são derrubadas 24 árvores por segundo, de acordo com dados do @mapbiomasbrasil 2021.

A proposta é que essa obra no mundo virtual possa ter um impacto real. Por isso decidi que todo o valor arrecadado como artista na venda, vou doar pra realização da exposição coletiva @cinzasdafloresta, em que mais de 100 artistas criaram obras incríveis com floresta em pó de 4 biomas brasileiros.

A ideia é justamente criar artes mais ativistas e conectadas com os desafios gigantes de que a própria modernidade nos trouxe e isso para mim faz sentido.

A obra “Semana de Arte Mundana” está em leilão na plataforma da @tropix.io até o ultimo dia da exposição na @galeriakoganamaro, dia 26 de março.”

Mundano

Utilizando a arte para marcar seu posicionamento social, ambiental e político, o paulistano MUNDANO há mais de 15 anos exerce efetivamente o artivismo como ferramenta de transformação social. Defensor de causas ambientais e dos direitos humanos universais, fundou em 2012 a ONG Pimp My Carroça, e o aplicativo Cataki, ambos voltados para a conexão entre geradores de resíduos e os catadores de material reciclável. O resultado do seu trabalho abriu portas para replicar essas ações artivistas mundo afora – mais de 20 países visitados realizando murais, exposições, graffiti, palestras, parcerias e integrando programas globais como o TED Fellows.

Nos últimos anos, vem desenvolvendo uma intensa pesquisa de materiais, coletando resíduos dos maiores crimes ambientais da história do país, criando assim seus próprios insumos a partir desses dejetos: lama tóxica, cinzas das queimadas das florestas e óleo derramado nas praias do nordeste.

Esses resíduos se transformam em obras de denúncia, seja por meio do graffiti, em esculturas, telas ou nas empenas de prédios. Sua última obra, com mais de 1000m2, homenageia os brigadistas das florestas que apagam os incêndios criminosos – em uma releitura da obra “O Lavrador de Café” de Cândido Portinari, Mundano usa cinzas das queimadas de 4 biomas brasileiros: Floresta Amazônica, Mata Atlântica, Cerrado e Pantanal para criar essa gigantesca pintura como um símbolo contra o desmatamento ilegal.

Saiba mais

Ficha técnica
Semana de Arte Mundana, 2022
midia digital animação em vídeo
duração: 06:16 (seis segundos e dezesseis frames)
06’16” mp4
tamanho: 480 x 736 pixels
codec: h264
formato: mp4
fps: 30
formato de audio: AAC
2 canais
taxa de amostra: 44100hz
tamanho em megas: 1,3 MB

No ar o primeiro NFT do artvista Mundano!

Felizes em anunciar que a Tropix é a mais nova parceira da Galeria Kogan Amaro. O primeiro lançamento em NFT conta com uma animação em stop motion de Mundano, fragmento da exposição Semana de Arte Mundana que encerra no dia 26 de março.

Mundano se apropria da estética do icônico cartaz da Semana de Arte Moderna, de Di Cavalcanti, e o ressignifica. Ele propõe um questionamento sobre o momento atual da arte e do mundo em que vivemos: troca o enunciado para Semana de Arte Mundana e insere a imagem do brotinho que cresceu e acabou cortado como muitas árvores, dando a ideia de ruptura, reforçando a ideia de arte engajada, tão necessária aos dias de hoje.

Utilizando a arte para marcar seu posicionamento social, ambiental e político, o paulistano Mundano há mais de 15 anos exerce efetivamente o artivismo como ferramenta de transformação social.

A obra “Semana de Arte Mundana” está em leilão na plataforma da Tropix até o ultimo dia da exposição, dia 26 de março. Aproveite essa oportunidade e clique aqui para dar o seu lance na obra.

Depoimento Mundano

“Essa é a releitura animada do cartaz oficial da Semana de Arte Moderna, criado originalmente por Di Cavalcanti a 100 anos atrás.

Além de ser o conceito central da exposição “Semana de Arte Mundana“ a obra é também minha primeira animação digital e a partir de agora foi certificada e lançada como um NFT .

Já observei e refleti um bocado sobre os impactos positivos e negativos do NFT e por isso até então não tinha feito sentido a criação de um. Mas decidi experimentar nessa oportunidade histórica da Semana de 22 propondo uma ruptura simbólica nessa semente do modernismo. Esse broto já enraizou, cresceu, virou uma árvore centenária, deu frutos maduros e muitas outras sementes com seus erros e acertos.

Assim como em nossas florestas, árvores imensas são cortadas ilegalmente todos os dias. No Brasil são derrubadas 24 árvores por segundo, de acordo com dados do @mapbiomasbrasil 2021.

A proposta é que essa obra no mundo virtual possa ter um impacto real. Por isso decidi que todo o valor arrecadado como artista na venda, vou doar pra realização da exposição coletiva @cinzasdafloresta, em que mais de 100 artistas criaram obras incríveis com floresta em pó de 4 biomas brasileiros.

A ideia é justamente criar artes mais ativistas e conectadas com os desafios gigantes de que a própria modernidade nos trouxe e isso para mim faz sentido.

A obra “Semana de Arte Mundana” está em leilão na plataforma da @tropix.io até o ultimo dia da exposição na @galeriakoganamaro, dia 26 de março.”

Mundano

Utilizando a arte para marcar seu posicionamento social, ambiental e político, o paulistano MUNDANO há mais de 15 anos exerce efetivamente o artivismo como ferramenta de transformação social. Defensor de causas ambientais e dos direitos humanos universais, fundou em 2012 a ONG Pimp My Carroça, e o aplicativo Cataki, ambos voltados para a conexão entre geradores de resíduos e os catadores de material reciclável. O resultado do seu trabalho abriu portas para replicar essas ações artivistas mundo afora – mais de 20 países visitados realizando murais, exposições, graffiti, palestras, parcerias e integrando programas globais como o TED Fellows.

Nos últimos anos, vem desenvolvendo uma intensa pesquisa de materiais, coletando resíduos dos maiores crimes ambientais da história do país, criando assim seus próprios insumos a partir desses dejetos: lama tóxica, cinzas das queimadas das florestas e óleo derramado nas praias do nordeste.

Esses resíduos se transformam em obras de denúncia, seja por meio do graffiti, em esculturas, telas ou nas empenas de prédios. Sua última obra, com mais de 1000m2, homenageia os brigadistas das florestas que apagam os incêndios criminosos – em uma releitura da obra “O Lavrador de Café” de Cândido Portinari, Mundano usa cinzas das queimadas de 4 biomas brasileiros: Floresta Amazônica, Mata Atlântica, Cerrado e Pantanal para criar essa gigantesca pintura como um símbolo contra o desmatamento ilegal.

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